quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Advogada Carla Cepollina é absolvida da morte de coronel Ubiratan que comandou invasão do Carandirú




Carla Cepollina é absolvida da morte de coronel Ubiratan Julgamento começou na segunda (5) e teve duas testemunhas presentes. 

Carla foi acusada de matar por ciúmes; PM chefiou invasão do Carandiru. 

Márcio Pinho, Marcelo Mora e Nathália Duarte Do G1 São Paulo 

Os jurados definiram na noite desta quarta-feira (7) que a advogada Carla Cepollina é inocente da morte do Coronel Ubiratan Guimarães. 

Carla foi absolvida por maioria dos votos. Os jurados consideraram as provas insuficientes. 

Ubiratan foi achado morto em 10 de setembro de 2006 em seu apartamento, nos Jardins, em São Paulo. 

Com base na investigação policial, o Ministério Público (MP) acusa Carla de ter atirado no namorado motivada por ciúmes. 

Segundo o MP, a advogada atendeu a um telefonema de uma delegada da Polícia Federal que era um "affair" de Ubiratan, segundo a acusação. 

O tiro atingiu o abdômen do coronel. 

A arma usada seria da própria vítima, um revólver calibre 38, e jamais foi encontrada. 

O coronel foi o comandante da invasão do presídio do Carandiru, na Zona Norte de São Paulo, em 1992, quando 111 presos foram mortos pela Polícia Militar. 

O coronel chegou a ser condenado pela Justiça a 632 anos de prisão, mas foi absolvido pelo órgão especial do TJ-SP. 

À época de sua morte, Ubiratan era deputado estadual. 

O julgamento de Carla ocorreu no Fórum da Barra Funda, na Zona Oeste de São Paulo, e começou na segunda-feira (5). 

O promotor do caso, João Carlos Calsavara, disse que não vai recorrer. Para definir se Carla deveria ser penalizada pelo crime ocorrido em 2006, os sete jurados (seis homens e uma mulher) responderam seis perguntas que definiram se houve crime, se a ré poderia ser considerada culpada e quais as qualificadoras consideradas válidas - motivo torpe, recurso que impossibilitou defesa da vitima e agravante de a vitima ter mais de 60 anos. 

O julgamento O terceiro dia de júri começou com o debate entre defesa e acusação. 

Os primeiros a falar foram o promotor do caso, João Carlos Calsavara, e o assistente de acusação, Vicente Cascione, que sustentam que ela matou Ubiratan motivada por ciúme. 

 Eles alegaram que Carla e Ubiratan eram os únicos no local e horário do crime. 

A afirmação foi feita com base nos horários de trocas de mensagens de texto e telefonemas entre o coronel, Carla e a delegada de Polícia Federal Renata Madi, com quem o coronel manteria um relacionamento amoroso. 

 Entre 18h58 e 19h01, houve a troca de três mensagens entre os celulares de Ubiratan e Renata, mas as mensagens teriam sido enviadas por Carla, enquanto o coronel dormia. 

Carla nega. Às 19h01, ainda segundo o advogado, Renata liga para Ubiratan. 

Quem atende é Carla, que passa a ligação para o coronel ainda sonolento. 

Ele teria dito à delegada que iria ver o que tinha ocorrido, já que não era o autor das mensagens, e uma briga teria começado entre Carla e Ubiratan. 

Um barulho foi ouvido por vizinhos entre 19h e 19h30, período em que o coronel teria sido morto. 

Antes do advogado, o promotor João Carlos Calsavara também pediu a condenação de Carla e ressaltou seu perfil “impulsivo”. 

“Ela é reativa, não aceita ser contrariada. Está no plenário como se estivesse em um shopping”, disse. 

Carla chegou a ser expulsa do tribunal por se manifestar durante a fala de uma testemunha de defesa. 

Também mostrou irritação ao pedir que o promotor a chamasse de doutora. 

A defesa tentou provar o contrário. "No domingo, o coronel estava vivo e a prova cabal disso é que a Carla mandou uma mensagem de texto para ele às 8h21 de domingo e a mensagem chegou às 11h27. Ou seja, o celular foi ligado", disse Liliana Prinzivalli, mãe e defensora de Carla. 

A advogada também usou o resultado do laudo do Instituto Médico-Legal (IML), que apontou que o coronel foi morto 18 horas ou mais horas antes da perícia, para afirmar que o assassinato ocorreu no domingo pela manha, e não no sábado. 

O corpo do coronel foi encontrado na noite do dia 10 de setembro, um domingo, e a necropsia foi feita na manhã de segunda-feira. 

Liliana defendeu a inocência da filha e criticou a acusação em sua fala que durou cerca de uma hora. 

"Quem acusa Carla? Quem mente", disse, depois de afirmar acreditar que o advogado Vicente Cascione conhece o suposto assassino de Ubiratan. 

"Mas acusar a Carla é mais fácil, dá mais cartaz", disse a advogada. 

 Depoimento Em seu depoimento, Carla falou que não há “prova científica” contra ela. 

“Não tive direito a uma luta justa.” Ela afirmou ainda que as acusações são absurdas e que “precisavam de um bode expiatório” para o crime. 

Durante seu interrogatório, ela chegou a pedir ao promotor que a tratasse por doutora. Mais tarde, desculpou-se. Carla falou ainda que gostava de Ubiratan e que é mentira a tese de que o relacionamento entre eles havia acabado. 



PS: Sabem o que mais me impressiona disto tudo? Uma advogada, mais ou menos bonita, e uma delegada da PF estarem disputando o mesmo sessentão fagueiro... Também quero, pô! ... Como ambas agora estão solitárias com a partida do idoso, eu gostaria de sugerir que elas fizessem contato com algum outro velho carente... Tipo assim, digamos... Melhor eu não dar ideia...   JS













3 comentários:

  1. Deus me livre dormir com esse Cel...com 111 na "cacunda".Tipo de sujeito que nem olharia tal o pavor que teria. Tem mulheres que parecem que não são mulheres; ter estomago de ficar com um cabra desse.Deus me livre...na minha vida um Delegado quis me namorar eu pulei fora quando vi o volume dele( uma baita arma, na cintura quando quis me abraçar na porta de casa ) naquele tempo não tinha essa "senvergonhice" de motel.POis bem..meu sexto sentido não falhou .. ele acabou atirando na mulher e hoje vive foragido. A mulher parece que ficou paraplégica>EM sendo assim...policiais...cel...delegados...e ect... to fora.Minha realidade é aquela que vive no mundo da lua.Eu absorveria o trabalho dele.Ia estranhar eele pegar aquele volume( o berro) e colocar em cima do guarda roupa...ASS..G...do Arlindo.

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  2. Namorei um carinha que servia o exército (lindinho ele) mas não portava arma tão volumosa e amedrontadora como narrou anônimo do Arlindo.Se ele fosse promovido a Cel com certeza eu cairia fora, rsrsr. Mas passou e ficaram as boas lembranças. Agora tenho outro namorado; jura que me é fiel...humm deu vontade de ligar, mas ele é taxista, vive tão ocupado, as passageiras exigem mt dele, ele me conta tudo; até já ofereceram 50 tons para ele me presentear! Pode??

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