segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Willys Oliveira Rodrigues da Fonseca, 7 anos, morto em 2011 por bala perdida em Costa Barros RJ... Seu assassino nunca foi identificado...





Foi no domingo, 18 de dezembro de 2011...

Willys Oliveira Rodrigues da Fonseca, 7 anos, morreu ao ser atingido por bala perdida em Costa Bastos, no Rio de Janeiro...

De acordo com o comando do Batalhão de Irajá (41º BPM), um carro da PM patrulhava o entorno do morro do Chapadão, quando, na rua Mogiqui, foi atacado por bandidos armados...

Os PMs revidaram e houve confronto...

Willys Oliveira Rodrigues da Fonseca brincava em uma praça na região quando foi atingido por um tiro no peito...

Ele chegou a ser levado para o hospital Souza Aguiar, no centro do Rio, mas não resistiu aos ferimentos, de acordo com a Secretaria Municipal de Saúde...

Os policiais envolvidos no tiroteio e os familiares do menino  foram ouvidos ainda na noite  daquele domingo, na sede da DH, na Barra da Tijuca.

As armas dos PMs foram  recolhidas para saber se o tiro que atingiu Willys partiu de uma das armas usadas pelos policiais ou pelos traficantes....

O morro do Chapadão ainda é um dos principais redutos da maior facção criminosa do Rio....

A região de Costa Barros e outros 25 bairros da zona norte do Rio concentra os principais crimes cometidos na capital....

A região que tem muitas favelas controladas por facções rivais...

O assassinato do menino Willys nunca foi esclarecido; a polícia não teve capacidade de identificar quem fez o disparo...

Não tenho idéia se o Estado  procurou esta família para ampará-la psicologicamente ou lhes dar condições de se reerguerem da tragédia, mas deveriam...

Quando o Poder Público se envolve num embate bélico em área civil assume responsabilidades ao colocar a vida de cidadãos inocentes em risco...

Mais um crime impune, mais um número nas estatísticas...

Sobrou apenas  a dor de familiares e amigos do menino que jamais irão se recuperar...

Pior é a família da criança ter que continuar residindo no mesmo local a relembrar cada dia o drama do menino ensaguentado desfalecendo no colo da mãe tal uma imagem real de  La Pietà de Michelangelo...




Jorge Schweitzer












quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Bope e Choque no Jacarezinho, RJ


Caso Isabella; Joanna; Cloe; Lavínia, Sophia






Neste exato instante estranho que o assassinato brutal da menina Sophia Najjar não tenha a mesma repercussão do Caso Nardoni...

Aos poucos a imprensa foi se acostumando a barbárie contra crianças e  mais relevante a cartinha mimimi do Michel Temer...

Certo  que esta complacência obsequiosa irá produzir mais cadáveres desacomodados em pequenos caixões brancos...

Combatê-los  deveria ser  padrão para abortá-los...

Não é...

A sociedade constitui como padrão comportamental excluir de suas prioridades tragédias que lhes parecem distantes...

Provável que se eu postar notícia sobre um cãozinho abandonado em Jacarepaguá ou baleia encalhada na Restinga de Marambaia moverei melhor comoção do que noticiar um crime horroroso contra uma criança...

Nem acredito que estejam completamente errados...

A brutalidade que ocorreu com Sophia, Joanna, Cloe, Isabella Nardoni contém distância diametral com nosso cotidiano...

Nem queremos nem escutar para não nos sentirmos incomodados com a dor que não nos pertence...

Enquanto isto vamos assistindo crimes similares com os mesmos personagens no igual teatro dos horrores... 

Psicopatas degenerados necessitam apenas de nossa inércia para evoluírem...

De alguma forma cada um de nós é cúmplice da tortura, abuso e execução de crianças...

Quanto mais...

Tendo  o Judiciário como patrão da barbárie...

A  instituição Justiça serve mais para acatar justificativas do crime do que resguardar a vítima, sua memória ou indignação de familiares...

Num rascunho  do que deveríamos chamar de Lei mas subverte a ordem com decisões mambembes rebuscadas de locuções bizantinas...

Lustrosas togas engomadas revestidas de poder concedido pela sociedade organizada lhes outorgar incompreensível obséquio favorável a deformados...

Sei não?

Por horas imagino que a carnavalesca negra  fantasia dos magistrados os distanciam do mundo real...

O Olimpo alegórico onde não devem explicação alguma sobre estranhas decisões...

Juiz possui todos mecanismos possíveis  para interceptar ardis de rábulas chicaneiros de porta de cadeia...

Juiz pode determinar prisão imediata do advogado boçal que ousa desafiar seu discernimento o tratando como idiota...

Juiz pode, e tem dever regimental, de representar o que é certo e, determinado, emparedar delinquentes evidentes...

Moro está aí para comprovar o escrito...

Na boa...

André Rodrigues Marins só ainda permanece solto porque nos falta um juiz que a gente possa grifar com letras maiúsculas...

Que faça a barba pela manhã sem se cortar tal arlequim ou Juiza que retoque a maquiagem sem  borrar-se como onnagata de nabuki ....

Os assassinos de Joanna são aberrações humanas que até mesmo  o mais corporativista homem do Tribunal de Justiça deveria vomitar de ódio por ser conivente de executar papel de servil util...

Se não sente náuseas?

Putz!

Não imagino como consiga se olhar no espelho...





Jorge Schweitzer





segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Polícia afirma ter provas que Ricardo Najjar absusou da filha de 4 anos antes de assassiná-la






A repórter do Cidade Alerta, Fabíola Gadelha, acompanhou o momento em que Ricardo, pai da garota Sophia, foi preso pela polícia nesta sexta-feira (4). De acordo com a reportagem, as autoridades já têm provas de que o criminoso teria abusado sexualmente da filha antes de praticar o crime.



PS: A se confirmar o que a Polícia afirma, este sujeito está com as horas contadas.  Jorge Schweitzer



Pai é preso suspeito de matar filha Sophia Kissajikian Cancio Najjar, de 4 anos de idade, no Jabaquara SP







Pai é preso suspeito de matar filha de 4 anos
Menina foi encontrada morta na noite de quarta-feira (2) caída no chão e com um saco na cabeça





Por: Amanda Gomes 
amanda.gomes@diariosp.com.br


A morte misteriosa da pequena Sophia Kissajikian Cancio Najjar, de 4 anos, começa a ser desvendada pela polícia. Na sexta (4), o pai da menina, o autônomo Ricardo Krause Esteves Najjar, 23, acabou preso durante o velório dela. Ele é suspeito de ter matado a filha, mas, mesmo assim, foi ao funeral.

Sophia foi encontrada morta na noite de quarta-feira no apartamento de Ricardo, no Jabaquara, Zona Sul da capital. Na ocasião, o autônomo disse que havia deixado a filha brincando enquanto ele tomava banho. Porém, depois encontrou a menina caída, com um saco plástico na cabeça.

Os agentes do DHPP (Departamento Estadual de Homicídios e Proteção à Pessoa) informaram que o autônomo foi preso porque entrou em contradição no depoimento que prestou na quinta-feira.

Os policiais também tiveram informações preliminares de médicos legistas sobre indícios de que a menina teria sido vítima de abuso sexual.

Uma das contradições foi o fato de Ricardo não ter contado que mora no apartamento com a namorada, sendo que ela deu o mesmo endereço dele para a elaboração do boletim de ocorrência. O pai da criança sempre afirmou morar sozinho. 

O autônomo, igualmente, não soube explicar o motivo para ter tanto papel higiênico no quarto e até no lixo da cozinha. Ele apenas relatava a versão de que encontrou a menina com o saco na cabeça.

Ricardo não contou o motivo para ter ligado primeiro ao seu pai e só depois ter chamado o Samu. Os investigadores acharam estranho o fato de o advogado do pai  ter chegado ao local antes da própria polícia.

Ontem, duas equipes de perícia foram ao apartamento de suspeito para realizar novamente uma perícia, mas desta vez usando luminol (componente químico que mostra marcas de sangue no local) já que no dia do crime encontraram uma mancha no chão. 

A polícia pediu a quebra do sigilo telefônico do acusado. Depois de preso, ele apenas ficou calado.

Polícia vai investigar namorada do suspeito

A namorada do autônomo Ricardo Krause Esteves Najjar também será investigada pela Polícia Civil, a principio por fraude processual. Os agentes acreditam que ela ajudou o pai da menina a limpar a cena do crime.

Ricardo também teria ligado para ela para avisar o que havia acontecido com a filha. Nos próximos dias ela será ouvida novamente pela polícia. 

No dia da morte de Sophia, a mulher, que teve seu nome preservado pela polícia, prestou depoimento informal e terá seu sigilo telefônico quebrado.

Ricardo e a mãe de Sophia, a estudante de direito Ligia Kissajian Cancio, 23, estão separados há quase um ano e ela tinha a guarda da criança.

 A Justiça decretou a prisão temporária por 30 dias do suspeito. Esse é o tempo que a polícia terá para conseguir provar que se o autônomo matou ou não a sua filha.



Os laudos da necropsia, sexológico, toxicológico e subungueal (para saber se há vestígios de pele na unha), podem ficar prontos em até 20 dias. Por causa da quantidade de exames, o corpo de Sophia só foi liberado para o enterro ontem.

Comoção e silêncio no enterro de Sophia

O corpo da garota chegou ao cemitério São Paulo, na Zona Sul, por volta das 13h. Padres da comunidade armênia, da qual a família de Sophia é descendente, estiveram presentes para celebrar a cerimônia de despedida da criança. Os parentes estavam muito abalados e não conversaram com os jornalistas. A mãe da menina, que será ouvida nos próximos dias,  ficou sabendo da prisão do ex-marido no próprio velório e a informação a chocou ainda mais. Um policial fez a detenção de Ricardo de forma discreta.

Há dois anos, Ricardo havia publicado vídeos em sua conta do YouTube brincando com a criança. Confira:









Sophia Najjar, de 4 anos, é encontrada morta em SP; pai, Ricardo Krause Esteves Najjar, está preso






Pai é preso suspeito de matar filha de 4 anos achada com saco na cabeça
Ricardo Najjar foi preso temporariamente, diz Secretaria da Segurança de SP.
Pasta informa que polícia encontrou contradições no depoimento; pai nega.


Kleber Tomaz
Do G1 São Paulo



A Polícia Civil de São Paulo prendeu temporariamente, na semana passada, o pai de uma menina de 4 anos, encontrada morta com um saco plástico na cabeça, por suspeita de que ele tenha participação na morte dela. A informação foi confirmada nesta segunda-feira (7) ao G1 pela assessoria de imprensa da Secretaria da Segurança Pública (SSP).

De acordo com a pasta, o pai se chama Ricardo Krause Esteves Najjar e foi preso na sexta-feira (4) passada suspeito de matar a filha. Segundo policiais civis ouvidos pela equipe de reportagem, a menina que morreu se chamava Sophia Kissajikian Cancio Najjar.

A menina havia sido encontrada morta na última quarta-feira (2) no apartamento do pai, no Jabaquara, Zona Sul da capital, por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). A perícia ainda não divulgou a causa da morte, mas há indícios de que Sophia tenha sido asfixiada.


A equipe de reportagem não conseguiu localizar o suspeito ou seus advogados para comentarem o assunto nesta segunda.
Por meio de nota divulgada à imprensa, a SSP informou que o Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) obteve autorização da Justiça para prender Ricardo após descobrir contradições no depoimento dele.

"[...] foi decretada a prisão temporária, de 30 dias, de Ricardo Krause Esteves Najjar, pai de uma menina de quatro anos de idade, que foi encontrada morta na quarta-feira (2). O pedido foi feito após constatação de contradições no depoimento do acusado em relação ao exame necroscópico", informa trecho do e-mail da secretaria.

Segundo investigadores disseram ao G1, médicos legistas encontraram marcas no corpo da garota compatíveis com possíveis sinais de violência sexual e agressões. Sophia estava com sangramento no nariz. O laudo necroscópico, que irá apontar a provável causa da morte de Sophia, ainda não ficou pronto, no entanto.

A equipe de reportagem também apurou que Ricardo negou, em seu depoimento, ter assassinado Sophia.

"[...] foi decretada a prisão temporária, de 30 dias, de Ricardo Krause Esteves Najjar, pai de uma menina de quatro anos de idade, que foi encontrada morta na quarta-feira (2). O pedido foi feito após constatação de contradições no depoimento do acusado em relação ao exame necroscópico"


trecho da nota da SSP sobre a prisão do pai de Sophia Najjar


Preso no velório


Ricardo foi preso na sexta durante o velório de Sophia no cemitério São Paulo. A família da criança pertence à comunidade armênia.

A prisão foi feita por policiais da 5ª Delegacia de Polícia de Repressão aos Crimes Contra a Criança e o Adolescente, do DHPP, que investiga o caso. Um boletim de morte suspeita a apurar foi registrado na delegacia.

A polícia apura se alguém matou Sophia. Peritos não teriam encontrado sinais de arrombamento no local. Ricardo teria concordado em ceder amostras de sangue e material genético para eventuais comparações com o que foi encontrado na sua filha.

Outra hipótese é a de que a criança teria colocado o saco plástico na cabeça e se sufocado sozinha. O material foi apreendido para análise. Fotos e vídeos de Sophia também estão com a investigação.

Autônomo, de 23 anos, Ricardo ficava eventualmente com a filha. A guarda da garota era da mãe, uma estudante de direito, da qual ele é separado.

O pai de Sophia morava no apartamento, na Avenida Jabaquara, com a namorada e a irmã dela. Ele, a mãe de Sophia e essas duas mulheres foram ouvidas.


Segundo o registro policial, o pai contou que foi tomar banho e depois encontrou a filha caída no chão, ao lado da cama, com um saco plástico na cabeça. Ele disse ainda que não sabia informar como a menina morreu.
Falou então que chamou a ambulância, mas os médicos não conseguiram reanimar a criança. De acordo com os policiais ouvidos pelo G1, a investigação descobriu que antes de chamar o resgate, Ricardo ligou duas vezes para o seu pai e uma vez para a namorada.

Até a publicação desta reportagem, Ricardo estava detido na carceragem do 77º Distrito Policial (DP), em Santa Cecília, região central da cidade.






quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Caso Joanna Marcenal: Audiência de Instrução e Julgamento dia 18 de maio 2016 no Forum do RJ, as 13 horas










Não tenho pressa...

Sempre acreditei que um crime com grau de brutalidade do Caso Joanna Marcenal não passaria impune...

Agora, já existe uma data da audiência de instrução com o processo unificado...

18 de maio de 2016...

Forum Central do RJ, 13 horas...

Possibilidade zero de bandidos que confessaram amarrar uma criança de cinco anos pelos pés e mãos, sobre fezes e urina, se safarem...

A menina Joanna teve seus dentes da frente quebrados, foi queimada em toda extensão das nadegas...

Serão trucidados!

O Juri Popular irá esquartejá-los, em unanimidade..
.
O que restar deles terão que se explicar no tribunal informal do Complexo de Gericinó...

Onde quem mexe com criança tem tratamento diferenciado...




Jorge Schweitzer






terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Foto: Prisão de Alexandre Furtado Paes de 41 anos, acusado de matar sua esposa, a fisiculturista paulista Fabiana Caggiano de 36 anos em Natal RN





Prisão de Alexandre Furtado Paes de 41 anos, acusado de matar sua esposa, a fisiculturista paulista Fabiana Caggiano de 36 anos, na sede do Departamento Estadual de investigações Criminais (Deic), em São Paulo (SP), nesta segunda-feira (30) (Foto: Newton Menezes/Futura Press/Estadão Conteúdo)






Foto da época do crime





segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Alexandre Furtado Paes, marido da fisiculturista morta em Natal em 2012, é preso em SP




Marido de fisiculturista morta em Natal é preso em SP
Atleta foi morta por asfixia em dezembro de 2012 no Rio Grande do Norte.
Quase três anos após crime, Alexandre Furtado Paes foi preso em Ibiúna.


Do G1 São Paulo


Quase três anos após a morte da fisiculturista paulista Fabiana Caggiano, de 36 anos, o marido dela, Alexandre Furtado Paes, de 41 anos, foi preso nesta segunda-feira (30), em Ibiúna, na Grande São Paulo. Ele estava foragido desde janeiro de 2013 e foi preso por policiais do Deic (Departamento Estadual de investigações Criminais).

Alexandre Furtado Paes era procurado pelo Justiça do Rio Grande do Norte, onde aconteceu o assassinato. A atleta morreu dia 2 de janeiro de 2013, após ficar cinco dias internada. Ela foi estrangulada pelo marido, de acordo com as investigações.



Alexandre é acusado por homicídio qualificado (motivo torpe, meio cruel e impossibilidade de a vítima se defender) e também responde ao agravante de ter modificado a cena do crime.

Na época da morte, a defesa de Alexandre informou que ele negou o crime e alegou que a mulher teve um mal súbito durante o banho. Porém, exames periciais realizados no corpo da atleta indicaram que ela foi morta por asfixia mecânica (estrangulamento).

Réu
O empresário Alexandre Furtado Paes, que possui uma academia de musculação na cidade de Osasco, em São Paulo, tornou-se réu no processo no início de março de 2013, quando o juiz Ricardo Procópio, titular da 3ª Vara Criminal de Natal, acatou denúncia do Ministério Público. O viúvo teve a prisão temporária decretada em 25 de janeiro de 2013, e desde então era considerado foragido.



Relembre o caso

Segundo a versão de Alexandre Paes, na manhã de 28 de dezembro de 2013, a mulher estava tomando banho quando ela teria sofrido uma queda repentina.

O Samu foi acionado e já encontrou a paulista desacordada. No dia 2 de janeiro, no entanto, a fisiculturista morreu na UTI de um hospital particular de Natal. Familiares disseram que ela, enquanto esteve internada, permaneceu o tempo todo em coma induzido.

Em razão da suposta queda, o corpo de Fabiana foi removido para necropsia no Instituto Técnico-Científico de Polícia do RN. Laudos preliminares revelaram que a vítima havia sofrido asfixia mecânica, com características de estrangulamento.

No dia 23 de janeiro, após a conclusão dos laudos realizados pelo Itep, o delegado Frank Albuquerque confirmou que a fisioculturista fora assassinada. “As suspeitas foram confirmadas. Exames toxicológicos deram negativos. No entanto, os laudos complementares realmente apontam que Fabiana foi vítima de asfixia mecânica (estrangulamento)”, afirmou .






PS: Durante este tempo todo publiquei diversas vezes fotos do Alexandre Furtado Paes que ele conseguia apagar da Rede com toda facilitação dos provedores em atendê-lo apesar de estar sendo caçado pela Polícia... Jorge Schweitzer







quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Postagem indisponível

Em resposta a um pedido legal recebido pelo Google, removemos esta postagem. Se desejar, leia mais sobre a solicitação em LumenDatabase.org.

terça-feira, 10 de novembro de 2015

Nádia Freitas de Azevedo, 37, e Antonio de Caris Geraldo, 55, são presos por tortura violenta contra filho de 9 meses de idade em Belforto Roxo RJ







Casal é preso em flagrante por tortura a bebê de nove meses
Filho de Nádia Freitas de Azevedo, 37, e Antonio de Caris Geraldo, 55, tinha hematomas, sarna e afundamento de crânio


ADRIANO ARAÚJO


Rio - Um casal foi preso em flagrante por agressões contra o filho de apenas nove meses, na madrugada desta terça-feira, em Belford Roxo, na Baixada Fluminense. Um vizinho levou o menino para o hospital do município e ela tinha hematomas, sangramento, afundamento de crânio, estava desidratada, desnutrida e tinha sarna. O caso causou comoção e mobilizou todo o setor de pediatria da unidade de saúde.

O vizinho foi a casa de Nádia Freitas de Azevedo, 37 anos, e Antonio de Caris Geraldo, 55 anos, e levou pediu que os dois levassem a criança para um hospital e eles teriam se negado. Com isso, ele mesmo levou o bebê para o hospital, acompanhado também pelo casal.

Constatado o estado do menino, a direção do Hospital Municipal Jorge Júlio Costa Santos acionou policiais do 39º BPM (Belford Roxo), que conduziu os pais para a 64ª DP (Vilar dos Teles) para esclarecimentos. Com base em fotos e um laudo prévio da unidade de saúde, eles receberam voz de prisão e foram autuados por tortura qualificada, com agravante por ser contra um incapaz. Apesar de todos o quadro apresentado pela criança, seu estado de saúde não é grave.






sábado, 31 de outubro de 2015

Postagem indisponível

Em resposta a um pedido legal recebido pelo Google, removemos esta postagem. Se desejar, leia mais sobre a solicitação em LumenDatabase.org.

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Desaparecimento Agatha Charlaine Trindade Esterque: Adolecescente encontrada em Itaguaí RJ







LEI SECA MARICÁ
ROMÁRIO BARROS



Após quase 48 horas de buscas, Agatha Charlaine Trindade Esterque, de 13 anos, foi encontrada no município de Itaguaí, na Região Metropolitana do Rio. Menina só foi localizada graças a mensagem recebida no WhatsApp do LSM.

Informações obtidas com exclusividade pelo LSM davam conta que a menina foi vista em Inoã embarcando em um ônibus da Viação Nossa Senhora Senhora do Amparo às 16 horas na tarde de sábado. Ela teria perguntando para uma internauta do LSM no como faria para chegar ao município de Itaguaí.

A internauta foi com a menina até o Terminal Menezes Cortes, no Rio, onde ela ainda pegou o telefone de Agatha Na manhã de domingo, 25, a internauta perguntou se estava tudo bem na viagem e a menina disse que estava bem. A conversa no aplicativo aconteceu às 8h53, momento que pela última vez Agatha havia ficado online. Após ler a matéria do desaparecimento, a internauta entrou em contato com o WhatsApp LSM.

Em posse desta informação, o LSM informou ao pai da menina, que é o Subtenente Charles Fernandes Esterque do Quartel de Benfica do Corpo de Bombeiros, e ele repassou para a Polícia Civil. Ele disse que a família já havia morado na Favela da Brisamar, em Itaguaí e que a menina possivelmente estaria lá.

Policiais Civis da Divisão de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí (DHNSGI) através do setor de Descoberta de Paradeiros montaram uma operação no começo da tarde desta segunda-feira, 26, e localizaram a menina no bairro Chaperó.

A menina foi levada para a 50a DP e o caso continua sendo investigado. 

Segundo familiares, Agatha, estudante da Escola Municipal Marquês de Maricá saiu da casa em que reside na Rua 64 no Loteamento Jardim Atlântico por volta das 16 horas para comprar pão e desapareceu.  O pai da menina, que é o Subtenente Charles Fernandes Esterque do Quartel de Benfica do Corpo de Bombeiros, realizou buscas em vários locais, mas a menina não conseguia ser localizada.





Bacon, linguiça e salsicha podem causar câncer





segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Bacon, presunto e salsicha causam câncer, alerta OMS, como cigarro e amianto





Bacon, presunto e salsicha causam câncer, alerta OMS
Carnes processadas são tão perigosas quanto cigarro e amianto, diz novo relatório
  


POR O GLOBO 



RIO - A Organização Mundial de Saúde (OMS) divulgou nesta segunda-feira um alerta que deve ser lido com atenção por quem consome produtos como bacon, salsichas e presunto. De acordo com a entidade, as chamadas carnes processadas causam câncer.

Segundo o relatório, após a revisão de centenas de estudos científicos, verificou-se que a ingestão diária de 50 gramas de carne processada, o equivalente a menos de duas fatias de bacon, aumenta em 18% a chance de desenvolver câncer colorretal. Este tipo de tumor é um dos mais identificados em homens e mulheres.

A partir de agora, as carnes processadas estão classificadas no grupo 1 de carcinogênicos. É o mesmo patamar de tabaco, amianto e fumaça de diesel. Para todos esses produtos, já existem evidências suficiêntes de sua ligação com diferentes tipos de tumor.

O relatório foi elaborado pela Agência Internacional de Pesquisa do Câncer (Iarc, na sigla em inglês), órgão ligado à OMS.

Já a carne vermelha não processada é "provavelmente cancerígena", mas as provas para isso são menos claras. O alimento foi listado no grupo 2A.

A OMS, porém, reconheceu que a carne também traz alguns benefícios de saúde. Sabe-se que o alimento tem valor nutricional, além de ser uma importante fonte de ferro, zinco e vitamina B12.

A carne processada é aquela que foi modificada para ter mais duração ou sabor alterado — em manipulações como a adição de sal ou conservantes. São estas adições que podem elevar o risco de câncer.

— Para um indivíduo, o risco de desenvolver câncer colorretal devido ao consumo de carne processada permanece pequeno, mas ele aumenta a partir da quantidade de carne consumida — alerta Kurt Straif, da OMS.

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De acordo com a organização, as conclusões do novo relatório são importantes para que os países consigam estabelecer um aconselhamento dietético equilibrado.

Professor da Universidade de Oxford e membro da organização de pesquisas sobre câncer do Reino Unido, comentou o estudo à BBC.

— Esta decisão não significa que você precisa parar de comer carne vermelha ou processada, e sim que você deve pensar em reduzir este consumo, caso ele seja elevado. — Comer bacon de vez em quando não vai fazer mal. Ter uma dieta saudável é sempre uma questão de moderação.







Agatha Charlaine Trindade Esterque, 13 anos, desaparecida em Maricá RJ






Filha de militar desaparece ao sair para comprar pão


Ricardo Rigel



Eram 15h30m de sábado, quando a estudante Ágatha Charlaine Trindade Esterque, de 13 anos, saiu de sua casa, no loteamento Jardim Atlântico, em Itaipuaçu, Maricá, na Região Metropolitana do Rio, para ir à padaria comprar pão. Mas o improvável aconteceu: ela não voltou mais. Agora, a família, desesperada, tenta encontrar pistas sobre o paradeiro da menina.

A mãe da estudante, Adriana Trindade, de 40 anos, dona de casa, disse que no dia do sumiço havia dado R$ 20 para a filha comprar pão. Depois de 30 minutos, vendo que a filha não voltava, ficou preocupada e foi para a rua:

— Estou completamente arrasada. Não consigo dormir nem comer. Nunca imaginei que isso pudesse acontecer com a gente. Minha filha só saía de casa sozinha para ir à escola ou à padaria, que ficam perto daqui. Fora isso, só acompanhada por mim ou pelo meu marido.
A família desconfia de que Ágatha tenha fugido de casa. Em depoimento à polícia, o pai da menina, o subtenente Charles Fernandes Esterque, lotado no quartel do Corpo de Bombeiros de Benfica, disse que percebeu o sumiço de R$ 100 que estavam numa gaveta de casa. 

Também notou que a menina havia levado o celular e um chip.


— A Ágatha sempre foi uma menina tranquila. Nunca disse que estava insatisfeita de morar aqui. O pai dela já havia retirado o chip do celular para que ela não ficasse mexendo em redes sociais, pois achamos que ela é muito nova — disse a mãe.

Ainda segundo Adriana, depois do sumiço da filha, a família observou que a menina tem acessado o aplicativo de Whatsapp, mas não responde a nenhuma mensagem e nem atende as ligações.

No domingo, uma testemunha procurou os pais da garota e disse ter visto ela entrando em um ônibus com uma mochilas nas costas.
— A polícia já tem algumas pistas, mas não vamos revelar para não atrapalhar as investigações.

De acordo com a chefia de investigação da 82ª DP (Maricá), o caso foi passado para o Setor de Desaparecidos da Divisão de Homicídios região. A polícia faz buscas para tentar localizar a menina. Caso alguma testemunha tenha informações sobre Ágatha pode entrar em contato com o Disque-Denúncia através do telefone (21) 2253-1177.