terça-feira, 25 de outubro de 2016

Intimação para depor em caso de agressão à ex teria motivado pai a matar filha de cinco anos de idade na Tijuca, RJ






Avô paterno foi intimado para prestar depoimento em processo de 2012. Isso teria gerado um surto em Marcus Vinícius, segundo a polícia



MARIA INEZ MAGALHÃES



Rio - Uma intimação para o pai de Marcus Vinícius da Silva Alves, de 34 anos, depor no último dia 17 num processo que a ex-mulher dele move contra ele por ameaça e incêndio teria sido a causa do surto que o teria levado a matar a filha, Marina Luz Borges Alves, de 5 anos, no domingo. O objetivo seria se vingar da mãe da menina. É que, em 2012, ela registrou queixa contra ele na 19ª DP (Tijuca) após uma briga do casal, que acabou se separando depois do desentendimento. À época, ele teria ameaçado jogá-la da escada se ela não o deixasse em paz, jogou as coisas da ex-mulher pela janela, se trancou no quarto e ateou fogo no cômodo. De acordo com o registro, ele já apresentava problemas. O fato teria acontecido no mesmo endereço onde ele morava com os pais e onde a menina foi achada morta. Há informações de que ele tomava remédios controlados e que estaria psicologicamente sob controle, mas que teria ficado muito nervoso após a intimação recebida pelo pai.


De acordo com a polícia, Marcus teria matado a filha, saído de casa e mandado mensagens para os pais. A conversa levou a polícia a suspeitar dele. Nas mensagens, ele pede ao casal para ir até o quarto da filha de 5 anos porque ele havia deixado algo lá para eles. No entanto, o casal entrou no cômodo, mas não percebeu nada de errado porque Marina parecia que estava dormindo. Mas, em seguida, Marcus Vinícius perguntou se a filha estava bem e foi, então, que os pais voltaram ao quarto e viram que a criança estava morta. A menina teria sido morta por asfixia, sufocada por um travesseiro. "Exames de necropsia não apontaram envenenamento, nem medicamentos no estômago da menina, nem sinais de abuso sexual e nem marcas de esganadura, mas a polícia ainda aguarda exames complementares", explicou o delegado-titular da DH, Fábio Cardoso.

Marcus Vinícius, segundo a polícia, é o principal suspeito de matar Marina Luz Borges Alves, 5 anos, e por isso teve a prisão temporária decretada essa madrugada pelo juiz de plantão. Ele foi encontrado pela polícia no Hospital Psiquiátrico Phillipe Pinel, em Botafogo. Ele teria sido levado para lá por familiares. Marcus Vinicius tinha a guarda compartilhada da filha que foi encontrada morta na casa dos pais com quem ele morava.





Marcus Vinícius da Silva Alves, suspeito de matar sua filha Marina Luz Borges Alves, 5 anos, é preso no RJ






Pai suspeito de matar a filha é preso em hospital psiquiátrico na Zona Sul

Ele teve a prisão decretada pela Justiça. Marina Luz Borges Alves, de 5 anos, foi achada morta na casa dos avós paternos, no domingo, na Tijuca



BRUNA FANTTI E LUIZA SANSÃO




Rio - A Delegacia de Homicídios (DH-Capital) prendeu, nesta terça-feira, o pai da menina Marina Luz Borges Alves, no Hospital Psiquiátrico Philippe Pinel, na Zona Sul. Ele é o principal suspeito da morte da criança, de 5 anos, encontrada morta na casa dos avós paternos, no domingo. Marcus Vinícius da Silva Alves, 34 anos, teve a prisão temporária decretada pela Justiça nesta madrugada.

Mensagens reforçam suspeita

"Saudades eternas dos tios, dos primos, da mamãe, da ‘voinha’ e do Fui Fui”. A mensagem estava em uma das coroas de flores depositadas em cima do caixão branco, de 1,20 metro, que guardava o pequeno corpo de Marina Luz Borges Alves, de 5 anos. A menina foi enterrada na tarde de ontem, no Cemitério Jardim da Saudade, em Sulacap.

A criança amanheceu morta na casa dos avós paternos, no domingo, na Tijuca, com suspeita de sufocamento. O principal suspeito do crime é o próprio pai de Marina, Marcus Vinícius da Silva Alves, 34. Até a noite de ontem, porém, ainda não havia um mandado de prisão expedido pelo Tribunal de Justiça. 

As suspeitas sobre Marcus foram reforçadas por mensagens que ele enviou a amigos e familiares após o crime, pelo aplicativo de conversas Whatsapp. Embora não tenha revelado o conteúdo das mensagens enviadas, o delegado Fábio Cardoso, titular da Divisão de Homicídios (DH) da Capital, afirmou que “as comunicações indicam algo que ele tenha feito contra a própria filha”. 

O DIA apurou que pelo menos duas mensagens foram enviadas: uma para um padre e, outra, para a própria mãe da criança, Caroline Luz. Para o padre, o pai teria escrito “o motivo das discussões acabou”. Já para a mãe, a mensagem foi cruel: “Você dizia quando ela nasceu que nunca mais ficaria sozinha na vida. Estava errada”. 

Caroline esteve no velório da filha, mas, muito abalada, não acompanhou o enterro. Ela foi amparada por familiares, que estavam incrédulos com o crime e não quiseram dar entrevistas. 


Marcus morava com seus pais desde que se separou da mãe de Caroline, há quatro anos. Foi a avó paterna de Marina, Celi Alves, quem encontrou o corpo da menina, de pijamas, no início da manhã. Sem marcas aparentes de violência, a perícia concluiu que a morte foi por sufocamento. Exames periciais não apontaram veneno ou causa natural como causadores da morte.

“Não havia marcas de estrangulamento no pescoço fino da menina, o que indica que provavelmente a asfixia pode ter sido provocada por um travesseiro”, afirmou Cardoso. A necropsia atestou também que a criança não foi vítima de abuso sexual.

Ainda de acordo com o delegado, testemunhas afirmam que Marcos estava na casa no momento do crime, o que dispensa a necessidade de coleta de imagens de câmeras. “Ele sumiu estranhamente, algo que não acontecia, o que é mais um indicativo, além das outras informações, que indicam ele foi o responsável pela asfixia da criança”, disse. Os avós paternos da criança também estavam no apartamento, mas ninguém ouviu nada. Durante o enterro, eles não saíram do lado do caixão.


Vizinhos retalam brigas

Amigos e vizinhos comentam que havia problemas entre o pais da menina. Um vizinho relatou um episódio de briga do casal. “Às vezes tinham confusões, chegaram a colocar fogo na casa. Chamaram bombeiros, houve muita fumaça, e todo mundo na rua comentou que tinha sido uma briga entre eles”, disse. Segundo relatos de pessoas próximas à mãe, Marcos teria colocado fogo no colchão.

No Facebook, a mãe fazia posts que pareciam cobrar participação maior do ex-marido na vida da filha: “Quantos PAIS faltam ao trabalho para cuidar dos filhos enquanto a mãe trabalha? De quem é a “obrigação” não escrita, mas socialmente aceita de faltar, de abrir mão, de se prejudicar em função do cuidar?”, criticou.

Marcus Vinícius está desempregado e faz uso de medicamentos controlados por conta de problemas psiquiátricos, segundo a polícia. Parentes comentaram que o casal fazia terapia familiar com acompanhamento de uma psicóloga. “Nos últimos dias, ele teria apresentado alteração de temperamento”, disse o delegado Fábio Cardoso. A guarda da filha era compartilhada entre os dois e a relação com a ex-mulher é conflituosa, segundo testemunhas.

A prima de Marcus traçou perfil diferente do suspeito. “Ele gostava de mimar (a filha). Brigava com qualquer um por causa da Marina”, afirmou Daniele Alves. No velório, ela lembrava como ele cuidava dos cabelos da criança. “Vaidosa, gostava de usar o mesmo condicionador naqueles cachinhos.”


segunda-feira, 24 de outubro de 2016

Marcos Vinícius da Silva Alves, 34 anos, é procurado como suspeito de assassinato da sua filha de 5 anos de idade na Tijuca, RJ






Pai suspeito de matar a filha de 5 anos na Tijuca está desaparecido

De acordo com o delegado, o corpo da criança foi encontrado pelos avós, que acionaram a polícia. O pai, que faz uso de medicamentos psiquiátricos, já não estava mais na residência


O DIA


Rio - Policiais da Divisão de Homicídios investigam a morte de uma menina de 5 anos, na Tijuca, Zona Norte do Rio. O principal suspeito do crime é o pai da criança, identificado como Marcos Vinícius da Silva Alves, 34. Ele teria matado a filha enquanto ela dormia, na manhã deste domingo. Por enquanto, não há mandado de prisão contra ele, que está desaparecido. 

“Ainda não sabemos a causa da morte, temos que esperar o laudo pericial. É um crime muito triste”, afirmou o delegado Rodrigo Brant, da Divisão de Homicídios. 



Alves estava desempregado e tomava remédios psiquiátricos. No entanto, não possuía um histórico de violência. Ele era divorciado e morava com os pais em uma casa na rua Rua Visconde de Figueiredo, local do crime. De acordo com o delegado, o corpo da criança foi encontrado pelos avós, que acionaram a polícia. Alves já não estava mais na residência.

Os policiais militares do 6º BPM (Tijuca) que chegaram ao local relataram que a menina foi encontrada deitada na cama, com sinais de estrangulamento, por volta das 7h30. Familiares não quiseram falar sobre o crime, que chocou os moradores da região.

“Uma criança indefesa, que ficava com o pai aos finais de semana. Ele parecia ser um homem amoroso com ela. Nos resta orar para que esse anjinho descanse em paz”, escreveu uma internauta, que postou uma foto do local.



terça-feira, 18 de outubro de 2016

Abaixo Assinado Justiça para Joanna Marcenal: 10.004 PESSOAS já assinaram até agora...






10.004 PESSOAS já assinaram o Abaixo Assinado pedindo Justiça para a menina Joanna Marcenal...

Obrigado, pessoal...

Obrigado a todos que assinaram, que compartilharam, que multiplicaram estas assinaturas...

Esta é nossa homenagem à memória da menina Joanna Cardoso Marcenal...

Nosso grito por Justiça...

Mais de dez mil pessoas se uniram para mostrar ao Judiciário que mesmo depois de tanto tempo de impunidade permanecemos atentos...

Queremos somente Justiça!

Só isto!




Jorge Schweitzer





segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Rogério Ferreira Alves matou Dayely Fonseca e se matou na sequencia em uma casa nos fundos de uma academia em Goiânia, Goiás






Dono de academia mata namorada e se mata dentro de casa, diz polícia
Segundo polícia, casal tinha se separado e estavam tentando reatar relação.
Corpos dos dois foram encontrados por funcionária do estabelecimento.



Vitor Santana
Do G1 GO



O dono de uma academia matou a namorada e, em seguida, cometeu suicídio nesta segunda-feira (3), no Jardim Curitiba II, em Goiânia. Os corpos de Rogério Ferreira Alves e Dayely Fonseca foram encontrados na casa do homem, que fica nos fundo do estabelecimento.

Funcionários que não quiseram ter a identidade relevada contaram que a academia estava aberta quando o crime aconteceu. "Foi uma outra mulher que trabalha aqui que achou os corpos na casa dele. Ninguém percebeu nada de estranho até então", disse uma jovem.

Segundo a polícia, o homem atirou três vezes contra a namorada e, em seguida, se matou. "A mulher não morava na casa.  Pelo que testemunhas nos relataram, eles já tinham terminado o relacionamento uma vez e agora estavam tentando reatar", disse o delegado Dannilo Proto.